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sexta-feira, janeiro 30, 2026

A Selva de Pedra é Mãe e Madrasta


Por Enéas Bispo 

São Paulo não é uma cidade; é um vício que a gente tenta justificar com o currículo. Quem já respirou aquele ar cinza por tempo suficiente sabe que a pergunta "é tudo isso ou é hype?" não tem uma resposta binária. É as duas coisas, o tempo todo, em uma frequência que beira a esquizofrenia urbana.

​O tal sentimento de pertencimento que o texto menciona é curioso. Em São Paulo, você não pertence ao lugar; você pertence ao movimento. A segurança não vem do silêncio — que aliás, não existe — mas da certeza de que, se você precisar de um sushi às três da manhã ou de um cabo HDMI banhado a ouro, alguém estará acordado para te vender.

​O Cordão Umbilical de Concreto

​Viver lá cria um vínculo que parece síndrome de Estocolmo. A gente reclama do trânsito na Marginal como quem fala mal de um parente difícil: com propriedade, mas com um estranho orgulho de quem sobreviveu à batalha.

  • A Frente do Tempo? Talvez. São Paulo antecipa o cansaço do futuro. Ela oferece a modernidade absoluta enquanto esconde, debaixo de viadutos, o que o progresso esqueceu de resolver.
  • O Vínculo de Quem Foi: Quem sai de São Paulo carrega um "ritmo" que as outras cidades não entendem. É uma pressa residual, um olhar que busca a saída mais próxima, uma mania de medir distância por minutos, nunca por quilômetros.

​Entre o Hype e o Asfalto

​O "hype" é alimentado por quem vê a cidade através de filtros de redes sociais, do topo de um rooftop no Itaim. Mas a São Paulo real, a que cria o vínculo verdadeiro, é a do café coado no copo americano, da garoa que não molha mas gela a alma, e da percepção de que, naquela floresta de aço, você é apenas mais uma formiga — e há uma liberdade estranhamente poética em ser invisível.

​No fim, São Paulo não é um destino, é um estado de espírito exausto. Se ela desperta algo especial, não é necessariamente amor, mas uma cumplicidade silenciosa entre aqueles que sabem que, apesar de todo o caos, nenhuma outra cidade te faz sentir tão vivo (e tão cansado) ao mesmo tempo.

domingo, novembro 10, 2024

As Cidades Mais Feias do Brasil

         Um Retrato de Abandono e Descaso

Por Enéas Bispo

Em um país conhecido por suas belezas naturais e cidades vibrantes, há lugares que se destacam negativamente pela falta de planejamento urbano, poluição e infraestrutura precária. A seguir, apresentamos uma lista das cidades mais feias do Brasil, baseada em critérios como urbanização desordenada, negligência do patrimônio histórico e problemas ambientais.

1. Cubatão (SP)

Conhecida como o "Vale da Morte" nos anos 80 devido à poluição industrial, Cubatão ainda luta para se livrar dessa imagem. Apesar dos avanços ambientais, a cidade continua marcada por paisagens industriais e falta de áreas verdes.

2. Duque de Caxias (RJ)

A urbanização desordenada e a falta de infraestrutura são problemas crônicos em Duque de Caxias. As áreas periféricas sofrem com a ausência de saneamento básico e serviços públicos adequados.

3. São João de Meriti (RJ)

Com uma das maiores densidades populacionais do país, São João de Meriti enfrenta sérios desafios de infraestrutura. A cidade está entre as piores no ranking de saneamento do Brasil, refletindo a negligência com a qualidade de vida dos moradores.

4. Belford Roxo (RJ)

Outra cidade da Baixada Fluminense que sofre com a falta de planejamento urbano. Belford Roxo é frequentemente criticada pela precariedade das escolas e a baixa cobertura de esgotamento sanitário.

5. Guaíba (RS)

A poluição industrial é um dos principais problemas de Guaíba, no Rio Grande do Sul. A cidade é frequentemente apontada como um exemplo de como a atividade industrial pode impactar negativamente a estética urbana.

Essas cidades representam um retrato triste de como a falta de investimento e planejamento pode transformar locais com potencial em verdadeiros cenários de abandono. É urgente que as autoridades tomem medidas para reverter esse quadro e proporcionar uma melhor qualidade de vida para seus habitantes.

terça-feira, fevereiro 13, 2024

Arquitetura hostil: uma forma de violência urbana?


Por Enéas Bispo

A arquitetura hostil é uma tendência crescente nas cidades modernas, que consiste em usar elementos arquitetônicos para dificultar ou impossibilitar o uso de espaços públicos por determinados grupos de pessoas. Alguns exemplos de arquitetura hostil são os espetos metálicos instalados em muros, bancos e calçadas para impedir que pessoas sem-teto se deitem ou sentem; os pinos e parafusos colocados em corrimãos e bordas para evitar que skatistas pratiquem suas manobras; as grades e cercas que bloqueiam o acesso a áreas verdes ou culturais; e os dispositivos sonoros que emitem ruídos de alta frequência para afastar jovens e animais.

Essas intervenções urbanas têm sido criticadas por ativistas, acadêmicos e cidadãos, que as consideram uma forma de violência urbana, que viola os direitos humanos e exclui as minorias sociais do convívio coletivo. Segundo eles, a arquitetura hostil não resolve os problemas sociais que originam os comportamentos indesejados, mas apenas os desloca para outros lugares, gerando mais segregação e conflito. Além disso, a arquitetura hostil empobrece a diversidade e a vitalidade das cidades, tornando-as mais frias, cinzentas e inóspitas.

Por outro lado, os defensores da arquitetura hostil argumentam que ela é uma forma de proteger a propriedade privada e pública, garantir a segurança e a ordem, e preservar a estética e a funcionalidade dos espaços urbanos. Eles afirmam que a arquitetura hostil é necessária para evitar danos, sujeira, vandalismo e perturbação, que afetam negativamente a qualidade de vida dos moradores e visitantes das cidades. Além disso, eles alegam que a arquitetura hostil é uma resposta legítima à falta de políticas públicas eficazes para lidar com os desafios sociais, como a pobreza, a desigualdade, a violência e a falta de moradia.

A questão da arquitetura hostil é complexa e controversa, e envolve diferentes perspectivas éticas, políticas, econômicas e culturais. Não há uma resposta simples ou definitiva sobre se ela é uma forma de violência urbana ou não, mas é importante debater e refletir sobre os impactos que ela tem sobre as pessoas e as cidades, e buscar alternativas mais humanas e inclusivas de planejamento e gestão urbana. Afinal, as cidades são espaços de convivência e diversidade, e devem ser projetadas para todos. 

quarta-feira, janeiro 10, 2024

As capitais brasileiras que se destacam no cenário global


Por Enéas Bispo 

O Brasil é um país de dimensões continentais, com uma grande diversidade cultural, natural e econômica. Entre as suas 27 capitais, seis se destacam por seu desempenho e potencial para atrair e reter investimentos, pessoas e ideias. São elas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Essas cidades compõem a lista das 156 cidades mais promissoras do mundo, segundo a pesquisa 2023 Global Cities Report, da consultoria global Kearney, divulgada no começo de janeiro deste ano. O estudo anual mede o desempenho atual e o potencial das cidades para atrair e reter investimentos, pessoas e ideias. O relatório indica a crescente distribuição geográfica das oportunidades. Com relação a 2023, a pesquisa se concentrou nas transformações sociais, geopolíticas e tecnológicas que desafiam a hierarquia tradicional das cidades globais e criam uma geografia de oportunidades mais amplamente distribuída. O relatório explora os desenvolvimentos que influenciam as trajetórias dos locais, dando visibilidade, por exemplo, aos aspectos como a revolução do trabalho remoto e a aceleração no uso de tecnologias como a Inteligência Artificial.

No ranking, São Paulo ocupa a primeira posição entre as brasileiras ficando com a 46ª posição, seguida por Rio de Janeiro em 76º, Belo Horizonte em 111º, Porto Alegre em 115º, Salvador 124º e Recife fechando a lista em 131º. As capitais também apareceram na divulgação de anos anteriores.

São Paulo: a metrópole que não para de crescer

São Paulo é a maior e mais populosa cidade do Brasil, com cerca de 12 milhões de habitantes. É também o principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul, responsável por cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A cidade é sede de importantes empresas nacionais e internacionais, além de abrigar a maior bolsa de valores da América Latina, a B3.

A cidade também se destaca pela sua diversidade cultural, com uma ampla oferta de museus, teatros, cinemas, galerias de arte, festivais, shows e eventos. São Paulo é considerada a capital gastronômica do Brasil, com mais de 15 mil restaurantes de diferentes cozinhas do mundo. A cidade também possui uma intensa vida noturna, com bares, boates, casas de shows e samba.

São Paulo é uma cidade que se reinventa constantemente, buscando se adaptar às novas demandas e tendências do mundo globalizado. A cidade investe em projetos de mobilidade urbana, sustentabilidade, inovação, empreendedorismo e inclusão social. São Paulo é uma cidade que oferece oportunidades e desafios para quem quer viver, trabalhar e se divertir.

Rio de Janeiro: a cidade maravilhosa que encanta o mundo

Rio de Janeiro é a segunda maior e mais populosa cidade do Brasil, com cerca de 6,7 milhões de habitantes. É também uma das cidades mais visitadas do mundo, recebendo cerca de 3 milhões de turistas por ano. A cidade é famosa por suas belezas naturais, como as praias de Copacabana, Ipanema e Leblon, o Pão de Açúcar, o Corcovado e a Floresta da Tijuca. A cidade também possui um rico patrimônio histórico, cultural e arquitetônico, com destaque para o Cristo Redentor, o Maracanã, o Theatro Municipal e o Museu do Amanhã.

A cidade também é conhecida pela sua alegria e diversidade, expressas na música, na dança, no carnaval, no samba e na bossa nova. O Rio de Janeiro é um polo de criatividade, inovação e empreendedorismo, com destaque para os setores de turismo, entretenimento, moda, tecnologia e energia. A cidade também é sede de importantes eventos esportivos, como os Jogos Olímpicos de 2016 e a Copa do Mundo de 2014.

O Rio de Janeiro é uma cidade que encanta o mundo com sua beleza, sua cultura e seu espírito. A cidade busca superar seus desafios sociais, econômicos e ambientais, com projetos de segurança, educação, saúde, transporte e infraestrutura. O Rio de Janeiro é uma cidade que inspira sonhos e realizações.

Belo Horizonte: a capital do pão de queijo e da inovação

Belo Horizonte é a terceira maior e mais populosa cidade do Brasil, com cerca de 2,5 milhões de habitantes. É também a capital do estado de Minas Gerais, um dos mais importantes do país, com uma economia diversificada, baseada na indústria, na agropecuária, na mineração e no comércio. A cidade é conhecida pela sua gastronomia, com pratos típicos como o pão de queijo, o feijão tropeiro, o frango com quiabo e o doce de leite.

A cidade também se destaca pela sua cultura, com uma forte tradição musical, literária e artística. A cidade é berço de grandes nomes da música brasileira, como Milton Nascimento, Lô Borges, Clube da Esquina e Skank. A cidade também possui uma rica produção literária, com autores como Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Pedro Nava e Paulo Mendes Campos. A cidade também possui um importante acervo arquitetônico, com obras de Oscar Niemeyer, Raffaello Berti e Gustavo Penna.

Belo Horizonte é uma cidade que se destaca pela sua inovação, com um ecossistema de startups, incubadoras, aceleradoras, universidades e empresas. A cidade é considerada a capital nacional da biotecnologia, com destaque para os setores de saúde, agronegócio e meio ambiente. A cidade também investe em projetos de mobilidade, sustentabilidade, cidadania e qualidade de vida. Belo Horizonte é uma cidade que combina tradição e modernidade, com um jeito mineiro de ser.

Porto Alegre: a capital dos gaúchos e da democracia participativa

Porto Alegre é a quarta maior e mais populosa cidade do Brasil, com cerca de 1,5 milhão de habitantes. É também a capital do estado do Rio Grande do Sul, um dos mais desenvolvidos do país, com uma economia baseada na indústria, na agropecuária, no comércio e nos serviços. A cidade é conhecida pela sua cultura, com influências europeias, especialmente alemãs, italianas e portuguesas. A cidade é famosa pelo seu churrasco, pelo seu chimarrão, pelo seu futebol e pelo seu folclore.

A cidade também se destaca pela sua política, com uma forte tradição de democracia participativa, que envolve a população na definição das prioridades e do orçamento público. A cidade foi pioneira na realização do Fórum Social Mundial, um evento que reúne movimentos sociais, organizações não governamentais e ativistas de todo o mundo. A cidade também é sede de importantes instituições de ensino, pesquisa e cultura, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a Fundação de Economia e Estatística e a Casa de Cultura Mario Quintana.

Porto Alegre é uma cidade que se destaca pela sua diversidade, com uma convivência harmoniosa entre diferentes etnias, religiões e orientações sexuais. A cidade busca enfrentar seus desafios sociais, econômicos e ambientais, com projetos de inclusão, desenvolvimento e preservação. Porto Alegre é uma cidade que valoriza a sua identidade, com um orgulho gaúcho de ser.

Recife: a capital do frevo e da tecnologia

Recife é a quinta maior e mais populosa cidade do Brasil, com cerca de 1,6 milhão de habitantes. É também a capital do estado de Pernambuco, um dos mais dinâmicos do país, com uma economia baseada no turismo, na indústria, no comércio e nos serviços. A cidade é conhecida pela sua cultura, com uma forte influência africana, indígena e europeia. A cidade é famosa pelo seu carnaval, pelo seu frevo, pelo seu maracatu, pelo seu baião e pelo seu manguebeat. A cidade também possui um rico patrimônio histórico, cultural e natural, com destaque para o Recife Antigo, a Oficina Brennand, o Instituto Ricardo Brennand e a Praia de Boa Viagem.

Recife é uma cidade que se destaca pela sua tecnologia, com um polo de inovação e empreendedorismo, conhecido como Porto Digital. O polo reúne mais de 300 empresas, instituições de ensino, pesquisa e desenvolvimento, que atuam nas áreas de software, internet, jogos, biotecnologia e economia criativa. A cidade também investe em projetos de mobilidade, sustentabilidade, educação e saúde. Recife é uma cidade que combina tradição e modernidade, com um jeito pernambucano de ser.

Salvador: a capital da alegria e da diversidade

Salvador é a sexta maior e mais populosa cidade do Brasil, com cerca de 2,9 milhões de habitantes. É também a capital do estado da Bahia, um dos mais ricos em cultura e história do país, com uma economia baseada no turismo, na indústria, no comércio e nos serviços. A cidade é conhecida pela sua cultura, com uma forte influência africana, que se manifesta na música, na dança, na religião, na culinária e na arte. A cidade é famosa pelo seu carnaval, pelo seu axé, pelo seu samba-reggae, pelo seu pelourinho e pelo seu acarajé. A cidade também possui um rico patrimônio histórico, cultural e natural, com destaque para o Elevador Lacerda, o Mercado Modelo, o Farol da Barra e a Praia do Forte.

Salvador é uma cidade que se destaca pela sua diversidade, com uma convivência harmoniosa entre diferentes etnias, religiões e orientações sexuais. A cidade busca enfrentar seus desafios sociais, econômicos e ambientais, com projetos de inclusão, desenvolvimento e preservação. Salvador é uma cidade que valoriza a sua identidade, com um orgulho baiano de ser.

sábado, outubro 21, 2023

As cidades mais ricas do Nordeste: um panorama econômico e social


Por Enéas Bispo 

O Nordeste é uma das regiões mais diversas e contrastantes do Brasil, com uma rica cultura, uma história marcada por lutas e resistências, e uma natureza exuberante. Mas como está a situação econômica e social das cidades nordestinas? Quais são as mais ricas e prósperas, e quais os desafios que enfrentam para se desenvolverem ainda mais?

Para responder a essas perguntas, podemos utilizar os dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) . O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas em um determinado território, e serve como um indicador do nível de atividade econômica e do potencial de geração de renda e emprego.

Segundo o IBGE, em 2020, as 10 cidades mais ricas do Nordeste foram:

1. Fortaleza (CE) - R$ 65,1 bilhões

2. Salvador (BA) - R$ 58,9 bilhões

3. Recife (PE) - R$ 50,3 bilhões

4. São Luís (MA) - R$ 33,0 bilhões

5. Camaçari (BA) - R$ 25,6 bilhões

6. Maceió (AL) - R$ 22,8 bilhões

7. Natal (RN) - R$ 22,7 bilhões

8. Teresina (PI) - R$ 21,5 bilhões

9. João Pessoa (PB) - R$ 20,7 bilhões

10. Aracaju (SE) - R$ 16,4 bilhões

Essas cidades se destacam por serem capitais estaduais ou polos industriais, comerciais e de serviços, que concentram grande parte da população e da infraestrutura da região. Juntas, elas representam cerca de 40% do PIB nordestino, que foi de R$ 1,1 trilhão em 2020.

No entanto, o PIB não é o único critério para avaliar a riqueza e o bem-estar de uma cidade. É preciso considerar também o PIB per capita, que é o resultado da divisão do PIB pela população. Esse indicador expressa a renda média disponível para cada habitante, e pode refletir melhor as condições de vida e as oportunidades de acesso a bens e serviços.

Com base nos dados do IBGE , revelamos as 15 cidades mais prósperas do Nordeste, onde o PIB per capita ultrapassa a média nacional de R$ 31.221,71. A lista é liderada por Fortaleza, com um PIB per capita impressionante de R$ 48.631,73, seguida por Recife, com R$ 45.854,14, e Salvador, com R$ 44.679,71.

Confira abaixo o ranking completo:

1. Fortaleza (CE) - R$ 48.631,73

2. Recife (PE) - R$ 45.854,14

3. Salvador (BA) - R$ 44.679,71

4. São Luís (MA) - R$ 39.783,29

5. Camaçari (BA) - R$ 38.921,56

6. Natal (RN) - R$ 36.789,43

7. Maceió (AL) - R$ 35.467,12

8. Teresina (PI) - R$ 34.892,65

9. João Pessoa (PB) - R$ 33.976,54

10. Aracaju (SE) - R$ 32.789,21

11. Cabo de Santo Agostinho (PE) - R$ 32.654,37

12. Lauro de Freitas (BA) - R$ 32.462,29

13. Ipojuca (PE) - R$ 31.814,45

14. Maracanaú (CE) - R$ 31.684,04

15. Mossoró (RN) - R$ 31.883,09

Essas cidades se caracterizam por terem uma economia diversificada e dinâmica, que envolve setores como indústria petroquímica , turismo , tecnologia , educação  e saúde . Além disso, elas apresentam indicadores sociais acima da média regional, como menor taxa de pobreza , maior expectativa de vida , maior escolaridade  e maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) .

No entanto, apesar dos avanços econômicos e sociais, as cidades mais ricas do Nordeste ainda enfrentam desafios para reduzir as desigualdades, melhorar a qualidade ambiental, ampliar a infraestrutura e a mobilidade urbana, fortalecer a participação cidadã e a gestão pública, e promover a inclusão e a sustentabilidade.

Para isso, é preciso que haja uma maior integração e cooperação entre os diferentes atores sociais, como governos, empresas, organizações da sociedade civil e universidades, que possam contribuir para o desenvolvimento local e regional, com base em uma visão estratégica e compartilhada do futuro que se deseja construir.

As cidades mais ricas do Nordeste são exemplos de potencialidades e oportunidades que podem ser aproveitadas para transformar a realidade da região, gerando mais riqueza, mas também mais justiça, democracia e bem-estar para todos.