Dizem que a ciência ainda não explicou totalmente a matéria escura, mas Diogo Nogueira acaba de nos dar uma aula prática sobre um fenômeno ainda mais raro: a levitação pós-divindade. Recentemente, o sambista declarou estar se sentindo "leve" após o término com Paolla Oliveira. Sim, você leu certo. O homem não está apenas seguindo em frente; ele está flutuando.
É fascinante observar a anatomia desse desapego. Estamos falando de Paolla Oliveira, uma mulher que, se passasse pelo deserto, faria brotar água por puro respeito à sua presença. Como alguém consegue perder o contato visual diário com aquela que é, tecnicamente, o padrão ouro da existência humana e dizer: "Ufa, tirei um peso das costas"?
A Dieta do Desapego Metafísico
Para nós, meros mortais que precisaríamos de terapia intensiva apenas para processar um "bom dia" da Paolla, a declaração de Diogo soa como um novo tipo de ascetismo religioso.
- A Teoria do Balão de Hélio: Talvez a beleza de Paolla fosse tão densa, tão gravitacional, que Diogo vivia sob o efeito de constantes 10 Gs. Agora, livre dessa "carga", ele corre o risco de sair voando pelo Rio de Janeiro se não colocar pedras nos bolsos.
- O Desapego dos Fortes: É preciso admirar a coragem. Enquanto o resto do Brasil se pergunta se ele não quer trocar de lugar (ou de sanidade), Diogo nos ensina que a felicidade não mora no Olimpo, mas sim na simplicidade de não ter que dividir o espelho com a perfeição encarnada. Deve ser um alívio não se sentir constantemente a "versão rascunho" ao lado da "versão finalizada por Deus".
O Mistério da "Leveza"
Talvez a "leveza" de Diogo seja, na verdade, um estado de choque prolongado que a medicina ainda não catalogou. Afinal, como manter a densidade óssea após perder o título de "Homem Mais Invejado do Hemisfério Sul"?
"Estar leve" após perder uma deusa é como dizer que você se sente mais aerodinâmico após perder as duas asas do avião. Tecnicamente verdade, mas o pouso costuma ser interessante.
Resta-nos apenas observar esse fenômeno da física moderna. Enquanto Diogo flutua por aí, o resto dos solteiros do Brasil segue firmemente plantado no chão, carregando o peso de saber que a fila para tentar ser "pesado" ao lado de Paolla Oliveira já dá três voltas no Maracanã.
Parabéns ao Diogo. É preciso muito samba no pé para não afundar na melancolia após deixar o paraíso. Ou talvez, quem sabe, o ar lá em cima seja apenas mais rarefeito mesmo.
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