Por Enéas Bispo
"Beleza nunca foi sobre perfeição, é sobre identidade e liberdade."
— Vera Fischer
A força dessa reflexão reside na desconstrução dos padrões estéticos rígidos que historicamente aprisionam os indivíduos, sugerindo que a verdadeira graça não está na simetria ou na adequação a moldes externos, mas sim na coragem de manifestar a própria essência. Ao atrelar a beleza à identidade e à liberdade, Vera Fischer resgata o conceito de autoestima como um ato de emancipação política e pessoal, onde cada traço, escolha e imperfeição se tornam manifestações legítimas de quem se é. Assim, o belo deixa de ser um ideal inalcançável de perfeição física e passa a ser celebrado como uma expressão viva de autonomia, originalidade e poder interior.
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