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| Sumé-PB - Foto: Enéas Bispo |
Cada viajante constrói das cidades que ama, uma ideia que raramente coincide com a lógica da geografia urbana. Na sua forma de amar uma cidade, desenha percursos, associações imaginárias, mitos instrumentais que o fazem ver as fachadas, os monumentos, as praças e as gentes de uma determinada zona como os melhores sinais identificadores do espírito do lugar. A sua noção de geografia é essencialmente afetiva, as suas preferências não são racionais, e, por isso, essa zona eleita figura no seu espírito, e para sempre, como o centro da cidade.
Texto_Há Controvérsias - Ronaldo Werneck
Texto_Há Controvérsias - Ronaldo Werneck

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