Por Aline Queiroz
No fogo que arde
É melhor nem se ousar
No que deu vontade,
Morreu ao matar
A melodia proibida,
O que a faria bem,
Deixou gosto de despedida
Sem abandono, porém.
Na dureza do silêncio
É toda gota a congelar
Transformou-se dois em um
Já não sabe onde está
Se fez capricórnio
Planejava estrelar
Queria colo
Pois-se a chorar
Para defender, ufanar
Mas causou no mundo breu
Na agonia de matar
Morreu

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