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sábado, fevereiro 01, 2014

Capricórnio


Por Aline Queiroz


No fogo que arde
É melhor nem se ousar
No que deu vontade, 
Morreu ao matar

A melodia proibida,
O que a faria bem,
Deixou gosto de despedida
Sem abandono, porém.

Na dureza do silêncio
É toda gota a congelar
Transformou-se dois em um
Já não sabe onde está

Se fez capricórnio
Planejava estrelar
Queria colo
Pois-se a chorar

Para defender, ufanar
Mas causou no mundo breu
Na agonia de matar
Morreu


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